segunda-feira, 10 de outubro de 2016

SUGESTÕES PARA AS BIBLIOTECAS ESCOLARES

Caros amigos
 
 
li com atenção o desafio que o último post nos fez. Deixo aqui a minha sugestão: sigamos o exemplo desta universidade de Tóquio, e tornemos as nossas bibliotecas espaços em que possamos ler como lemos em casa...


Biblioteca e Museu da Universidade Musashino Art (Tóquio, Japão)
 
 

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Mês Internacional da Biblioteca Escolar




Este é o tema definido pela International Association of School Librarianship (IASL) para o Mês Internacional da Biblioteca Escolar (MIBE).

Para 2016, o Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares estabelece 24 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.
O concurso de ideias Aprende a descodificar o teu mundo é a iniciativa que a RBE lança este ano para assinalar o MIBE.

A biblioteca escolar faz parte do nosso mundo e se olharmos para ela com atenção, se percebermos o seu funcionamento, se a descodificarmos, seremos capazes de ter ideias que ajudem a torná-la (ainda) melhor.
O desafio consiste em apresentar uma ideia inovadora, que se consubstancie na criação de um produto ou ideia de melhoria de um serviço, relacionado com uma das áreas de trabalho da biblioteca escolar.
Até 31 de outubro, os alunos são desafiados a pôr a sua criatividade em ação e a apresentar uma ideia.

Cada agrupamento/ escola não agrupada pode candidatar-se a este concurso, com a proposta que considerar melhor, de acordo com o regulamento. A ideia vencedora, bem como os seus autores, serão premiados.

Para mais informações dirige-te à tua Biblioteca ou no site da RBE in: http://www.rbe.min-edu.pt






                                                                                                         A equipa da BE

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Ler Imagens

Resultado de imagem para fotografia japonesa “Laughter”Ditte Lyngkær Pedersen (b. 1977Lembro-me de ter visto, avidamente, há mais de 25 anos, os primeiros Encontros da Imagem. De ter corrido os vários espaços da cidade de Braga e arredores. Nunca tal tinha visto. As fotografias multiplicavam-se por paredes pouco habituais. Os seus assuntos e técnicas eram, para mim, motivo de espanto.
Desde então, aguardo ansiosamente por aquele que considero o evento cultural mais importante da cidade. Este ano o tema dos Encontros é a Felicidade. Ainda não visitei nenhuma exposição. Quero fazê-lo sem pressa, por respeito pelas fotografias e seus autores. Vou "ler" as histórias que elas contam. Ouvi dizer que a Casa Esperança (Braga) merece uma visita demorada. 
 
Resultado de imagem para fotografia japonesa “Laughter”Ditte Lyngkær Pedersen (b. 1977
Laughter - Exposição na Casa Esperança

“Laughter” baseia-se em recriações de uma velha fotografia intitulada "Laughter" (1956). No jardim do telhado do edifício Tobu em Tóquio, um grupo de cinco pessoas riem incontrolavelmente. O projeto investiga o que era tão engraçado no momento da captura. Ninguém na fotografia se recorda e o fotógrafo, Kenji Omori, autor da fotografia de 1956,  não quer falar sobre o passado. A artista Ditte Lyngkaer Pedersen  reencenou “Laughter” com diferentes grupos aos quais pertence, como amigos, colegas, alunos e família.

 

Dia Europeu das Línguas

European day of Languages

No dia 26 de Setembro comemora-se o Dia Europeu das Línguas. 
Para celebrar este dia, alunos do 10º e 11º expuseram os seus trabalhos  no espaço do Clube Europeu sediado na biblioteca da escola.






















segunda-feira, 19 de setembro de 2016

COMEÇAR DE NOVO - 2016/17

BEM-VINDOS A 2016/17!

Para nós que nos guiamos por um calendário muito próprio (qual trabalhador agrícola), o ano começa em Setembro. A nossa biblioteca e o nosso blogue já andam por aí a gatinhar, à espera de se erguerem cheios de ideias. PRIMEIRO DESAFIO: neste ano que se comemoram os 20 Anos da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, querem partilhar connosco as vossas memórias?
Aqui vai a minha. Estudei na Escola Secundária Sá de Miranda. Da sua biblioteca guardo a memória de um museu de livros, inacessíveis nas suas prateleiras altas e fechadas.

Hoje ela é a Biblioteca Antiga da Escola Sá de Miranda. Tem  dois pisos e alberga 10.000 volumes... Tornou-se, de facto um museu: alberga livros antigos que datam dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX .

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Aprende a estudar e brilha nos exames

Vê o vídeo que se segue (Aprende a estudar e brilha nos exames) e aprende com quem sabe.

student_study_books.jpg (650×340)

«Não há minuto a perder: os exames estão à porta e estudar é a única solução para passar de ano. A tensão é grande, mas há formas e fórmulas para manter a calma e ficar a saber a matéria na ponta da língua. Acredita que ter boas notas é uma missão possível.
O exemplo vem dos melhores, dos alunos que estudam com método, que tão bem se preparam para os exames que mais parecem atletas de alta competição. E talvez sejam mesmo uma espécie de atletas da massa cinzenta que é o cérebro. A regra número um é que nada se consegue sem esforço. Por isso, aplicam-se o ano inteiro, pois sabem que os estudos de véspera dão muito mau resultado.
Aprender a aprender talvez seja o mais difícil, mas depois da lição sabida é como andar de bicicleta, nunca mais se esquece. `Bora lá?

Agarrados aos livros
Ao contrário do que se possa pensar, não é preciso ser um “ratinho de biblioteca” para ter sucesso. Apenas exercitar com gosto e motivação algumas regras saudáveis e praticáveis por todos: estar atento nas aulas, rever a matéria dada, fazer exercícios, perceber em vez de decorar, ter uma boa alimentação, dormir bem e guardar um tempo livre para descontrair. E fazer desporto para oxigenar o cérebro.
Na época de exames, há que organizar e planear os dias de estudo, fazer resumos e esquematizar as sínteses, tirar dúvidas, ter explicações se for preciso, ler a matéria em voz alta, repetir e reescrever fórmulas e definições. A televisão, o telemóvel e a Internet ficam fora deste esquema, para não desconcentrar, apenas sendo permitidos em pequenas doses. Os alunos mais novos, do 4.º e do 6.º ano, podem e devem pedir ajuda aos pais para definir um plano de estudo de acordo com o calendário das provas… e segui-lo à risca, com força de vontade.

O esforço é muito e intenso, e são poucos os jovens que escapam à pressão das provas e das notas, ficando expostos a picos de stresse e ansiedade que dificultam a concentração e a memorização. Para preservar esse bem precioso que é a memória e não comprometer o raciocínio, são absolutamente desaconselhados o uso de ansiolíticos, antidepressivos e outras substâncias psicoativas, drogas, álcool e café. E as noites em branco, claro!

O temido dia chegou

No dia do exame há um nervoso miudinho no ar, os corredores da escola estão cheios de dúvidas e de perguntas, de raparigas e de rapazes ansiosos. Muitos alunos preferem chegar mesmo à hora certa para não absorver este ambiente de tensão contagiante.
Com a prova já nas mãos, é importante ler o enunciado atentamente, entender bem as perguntas e guardar as mais difíceis para o fim (ou pelo menos aquelas acerca de cuja resposta não se tem tanta certeza). Escrever com letra legível, sem erros ortográficos, num estilo claro e objetivo, são trunfos simples, mas essenciais a um bom resultado.
Porém, mesmo os mais bem preparados podem ser atingidos por “uma branca”, um daqueles momentos terríveis em que a cabeça fica vazia, em que não nos lembramos de nada. Antes de entrar em pânico, há algumas técnicas simples e rápidas que nos devolvem o controlo da situação, como fazer respirações profundas e ritmadas ou visualizar uma imagem que inspire tranquilidade.
Depois, é esperar que a nota seja lançada na pauta e… comemorar!
Nesta reportagem, a Catarina, a Sara e o Pedro partilham hábitos de estudo que utilizaram para os exames nacionais do 12.º ano de escolaridade. Vem aprender com eles.»


In http://ensina.rtp.pt/artigo/aprende-a-estudar-e-brilha-nos-exames/, consultado em 3/6/2016 (texto adaptado).

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Sinopse, críticas & retrato de escritora



https://teolindagersao.files.wordpress.com/2012/04/foto-maxima-12.jpg

«Histórias de ver e andar foi o nome dado pelos árabes às narrativas de viagem, em épocas de descobrir mundos. Mas não é necessário ir longe para mudar de horizonte: o desconhecido mora ao lado, e também dentro da nossa porta. Reconhecê-lo – ou não – depende do modo de ver. E do modo de andar.

Críticas de imprensa
No fim de cada um destes contos descobriremos que a vida, a nossa própria vida, não estava exactamente no lugar que pensávamos. […] Teolinda sobe as escadas do banal quotidiano para alcançar a câmara escura do ser. […] São catorze contos que nos precipitam em muito mais do que catorze mundos. Porque estes contos atravessam o comum da solidão e do desespero para chegar ao incomum singular da inquietação. E é isso o melhor que se pode esperar da ficção: que nos faça viajar até esse lugar simultaneamente próximo e longínquo, fervente, obscuro, que escondemos sob o véu social da identidade.
Inês Pedrosa, Expresso


A arte de Teolinda consegue o supremo prodígio de dar voz a um mundo interno, que tem a espessura da realidade televisionada (os mesmos lugares comuns, os mesmos valores, a mesma lógica) e simultaneamente deixar emergir o outro lado, o lado obscuro, surpreendido nas entrelinhas, nos sonhos, no grão de voz, em pequenos detalhes, que os títulos dos contos põem em evidência (As Laranjas, Natureza Morta com Cabeça de Goraz), e se tornam o elemento iluminador (ordenador) da experiência relatada.
Linda Santos Costa, Público»

in http://www.sextanteeditora.pt/, consultado em 1/6/2016