segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

1ª Fase do Concurso Nacional de Leitura




Concurso Nacional de Leitura,
2015/2016, 10ª Edição



O Plano Nacional de Leitura [PNL] organiza a 10ª Edição do Concurso Nacional de Leitura [CNL] que vai ocorrer entre o dia 20 de outubro de 2015, data oficial de abertura, e o final do terceiro período letivo.
Tal como em edições anteriores, o PNL articula-se com a Rede de Bibliotecas Escolares [RBE], a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), o Camões IP e a RTP.
A prova, a nível de escola, para o ensino básico, realiza-se no dia 19 de janeiro às 10h10 na biblioteca.
Para o ensino secundário é no dia 22 de janeiro às 12h35 na biblioteca.

Obrigado a todos os alunos inscritos e Boa Sorte,


A equipa da BE

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O Custódio na Comunidade de Leitores


O Jardim de Cimento, de Ian Mc Ewan, foi a obra que o nosso colega Custódio Braga escolheu para a primeira Comunidade de Leitores deste ano. 


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Encontrei no site da Gradiva (http://www.gradiva.pt/) a seguinte sinopse: 
«A publicação de O Jardim de Cimento - o primeiro romance de Ian McEwan, cuja colectânea de contos Primeiro Amor, Últimos Ritos já havia sido galardoada com o Prémio Somerset - anunciava a singularidade das obras futuras de um autor que, integrando-se numa geração que procurou renovar as letras inglesas, é hoje reconhecido como um dos maiores escritores da ficção mundial contemporânea. 

«O Jardim de Cimento, considerado pela crítica simultaneamente chocante e perfeito, mórbido mas terrivelmente irresistível, é uma narrativa contada na primeira pessoa pelo seu protagonista, Jack, um rapaz de quinze anos que vive com duas irmãs adolescentes e um irmão pequeno. Com a morte dos pais, os quatro jovens experimentam uma sensação extraordinária de perda e liberdade. Num clima de isolamento quase doentio, tornam-se personagens de um universo estranho e entregam-se despreocupadamente a jogos solitários, ao desmazelo, à apatia e às fantasias mais arrebatadoras. Mas a consistência destas figuras está longe de se cingir a uma minoria marginal, remetendo-nos antes para a organização simbólica da comunidade como um todo. A ausência de valores não aparece neste romance como um caso específico, constituindo um sintoma de que nada afinal distingue o verdadeiro do falso, o útil do inútil, o sagrado do interdito. E tudo isto contado com um realismo inquietante, sem concessões nem rodeios, onde a morte e o sexo espreitam a cada porta para fazer saltar o verniz das convenções, dos preconceitos morais e do conservadorismo britânico. Sensual, perturbador, fascinante: uma pequena obra-prima.»

Este apreciado autor tem, como o também britânico Kazuo Ishiguro, a particularidade de escolher temas muito variados, de que resultam obras tão diferentes quão memoráveis. É bem possível que conheçam o livro Expiação (ou o filme que nele se baseou). Na comunidade de Leitores lemos, há uns anos, Na praia de Chesil. Para mim são memoráveis (porque os li) Mel, Amsterdão, Entre os lençóis, Primeiro amor, últimos ritos, O sonhador. Ainda não li Sábado, O inocente, A criança no tempo, Solar… Consolo-me das minhas lacunas pensando que é bom ter uma reserva (na verdade, infinita) de livros para ler.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

ANO NOVO, LEITURAS NOVAS

Chegados a 2016, que tal voltarmos a 2015? Como? ATRAVÉS DOS MELHORES LIVROS DESSE ANO, JÁ PASSADO....
Aí vão duas propostas:



Afonso Cruz, Para Onde Vão os Guarda-chuvas, Alfaguara.
O autor, também ilustrador, cineasta e músico, prima pela originalidade. O livro parece, no início, um livro infantil (“História de Natal para crianças que já não acreditam no Pai Natal”), mas revela-se, numa vertiginosa sucessão de mini-capítulos, um surpreendente romance em terras do Oriente. que termina com uma colecção de aforismos.






Jorge Lima, Pensamentos do Dalai Lima, Vol. 2, Abysmo, Editorial Bizâncio. Este livro, da autoria de um publicitário e de uma pequena, mas original, editora lisboeta, contém frases divertidíssimas, com um design gráfico bastante cuidado,  Por exemplo:

Um governo paralisado não é necessariamente mau quando se está à beira do abismo.

Uma amante é uma facada no património.
Um polícia que deixa a mulher manifestar-se é um chui generis. 
 

Era surda que nem uma morta.
Infiel é um tipo que gosta de jugo duplo.
Uma lesma é um caracol sem-abrigo.