terça-feira, 19 de abril de 2016

COMEMORAÇÕES DO 25 DE ABRIL





A nossa biblioteca vai participar nas Comemorações do 25 de Abril! Este ano juntam-se dois aniversários: a Revolução  faz 42 anos e a nossa primeira Constituição Democrática faz 40. A nossa democracia está cada vez mais madura! Participa nas atividades.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Caros amigos, 

No próximo dia 3 de maio (manhã e tarde), as turmas profissionais de Técnico de Comércio, 10º e 11º ano irão realizar a sua FEIRA FRANCA, no Átrio da Escola Secundária de Vila Verde. 
Contamos com a presença de todos os alunos, professores e funcionários para recolha e angariação de produtos (novos e usados) para venda e/ou troca.
 Irá também haver degustação de sabores típicos desta e doutras regiões do país e não só!
Contamos pois, com a vossa presença, numa feira que já vai no seu segundo ano!
Apareçam e dinamizem a Feira!
 Os produtos a serem comercializados podem ser entregues aos colegas do curso ou nalgum local a combinar posteriormente.

Professores de OGE e Inglês do Curso Profissional de Técnico de Comércio.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

EXPOSIÇÃO DE GEOGRAFIA - 9º ANO SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÉNIO

Encontra-se patente na Biblioteca da nossa escola uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos do 9º A, alusivos à temática “Os objetivos de Desenvolvimento do Milénio”.


Os referidos trabalhos foram realizados no âmbito da disciplina de Geografia e versavam uma das temáticas abordadas nesta disciplina “Contrastes de Desenvolvimento no Mundo”.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio são um conjunto de metas a atingir e que visam sobretudo a dimensão social e a pobreza. Fazem parte da  Declaração do Milénio e foi um compromisso assinada no ano de 2000 por todos os países membros da ONU e pretendia-se que fossem atingidas até 2015.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milénio são oito:

1 - Erradicar a pobreza extrema e a fome;

2 - Atingir o ensino básico e universal;

3 - Promover a igualdade entre os sexos e valorização da mulher;

4 - Reduzir a mortalidade infantil;

5 - Melhorar a saúde materna;

6 - Combater a sida, a malária e outras doenças;

7 - Garantir a sustentabilidade ambiental;

8 - Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento.

Esta exposição pretende ainda consciencializar para os vários problemas vividos nos países mais pobres e apelar para uma união das nações no sentido de os apaziguar.
Parabéns aos alunos pelo excelente trabalho!


quarta-feira, 6 de abril de 2016

O nosso sábio volta a encantar


O sábio Dr. Jorge Paiva voltou a encantar os alunos de 10.º e 12.º anos desta escola. Mais: se é normal o Dr. Jorge Paiva cativar alunos que o veem pela primeira vez, é excecional que continue a fascinar professoras que ouvem pela segunda, terceira e quarta vez a palestra "As plantas na obra poética de Luís de Camões (épica e lírica)". Na mesa vê-se a nossa obreira, a Maria José Ribeiro.


A Adelaide Correia, outra das nossas obreiras, faz maravilhas com a prata da casa. Já o Júlio Dias (idem) esteve na base de um momento musical que a fotografia seguinte documenta.



Por mim, que assisto pela segunda vez a esta palestra, só posso relatar o que fizeram os alunos do 10.ºB: além de responderem às interpelações do Dr. Jorge Paiva, no final da conferência foram ter com ele, examinaram os objetos que trazia consigo e colocaram-lhe perguntas.




Na verdade, até lhe escreveram uma carta. Mas isso é outra história. Na imagem seguinte veem-se os abrolhos que o Dr. Jorge Paiva trouxe, ilustrando assim o mote de uma composição camoniana que, desta forma, os alunos compreenderam melhor ainda: "Se Helena apartar/ Do campo seus olhos/ Nascerão abrolhos"...


De tarde, houve outra palestra, desta feita dedicada os riscos de uma alimentação industrializada.


Como nós cá na ESVV não somos de modas, fizemos um lanche muito pouco industrializado. Ora vejam:

Apetitoso, não? Reparem que o Dr. Jorge Paiva atrai a atenção não apenas de alunos e professores, mas também de antigos colegas nossos. Como calculam, gostamos muito de os ter cá. A Maria José Ribeiro, sempre atenciosa, fez uma das suas gracinhas: uma alusão poética e botânica ao nome do nosso palestrante:


Reparem no cuidado: trata-se de um texto do poeta Jorge de Sousa Braga, natural de Cervães, Vila Verde. E lá temos um(s) espada(s) de S. Jorge. Do nosso sábio Dr. Jorge.



segunda-feira, 4 de abril de 2016

O escritor Rui Sousa Basto na ESVV



Corria o ano de dois mil e dezasseis, do dia 15 de março. Na ESVV estava tudo organizado para receber o escritor Rui Sousa Basto, com a finalidade de apresentar Contos do efémero. O escritor, ainda no espaço exterior do auditório foi gentilmente alertado para não se assustar com a surpresa que alguns dos alunos tinham preparado, com a mestria da coordenadora Cristina Oliveira, do grupo de teatro (VerdEmCena) e com a astuta colaboração da professora Maria José e da supervisão da Coordenadora da Biblioteca (agregadora de vontades), Eduarda Ribeiro.
Nada neste encontro foi convencional. Não que o convencional não tenha direito à sua existência, mas estes encontros tendem a toldar-se de cor cinza pelos longos discursos dos “especialistas” e toldam-se de impaciência a maioria dos nossos alunos. Dito isto, ainda bem que nada foi convencional, sendo surpreendentemente envolvente, dialogante, com momentos de criatividade única, enternecedora e envolvente. Sim. Todos nós queríamos saber sobre o processo criador do escritor convidado. Sim. Todos nós precisávamos de saber um pouco mais em que consistem esses ditos micro-contos da obra “Contos do Efémero”. Sim. Todos nós ficamos agradecidos pela forma calorosa como o escritor Rui Sousa Basto partilhou connosco a sua imersão na escrita, já em idade tardia (49 anos); da forma como foi evoluindo na sua compreensão do mundo que o rodeia ao ler os tantos livros, legados pelos seus antepassados; da espontaneidade como surge o ato criador da essência de um conto; das muitas vezes que o texto é de novo revisto, revisitado, burilado, aperfeiçoado, até “deitar fora” o supérfluo. O escritor comunica com a plateia (11ºA, D, L e I; 12º I ), num estilo improvisado mas primorosamente adequado, intercala silêncios, leitura, questões, frases feitas em fina ironia,

E antes da palavra dada ao escritor, foi dada voz ao grupo de teatro: cada personagem com as suas falas,
- a personagem fixa e rígida no 1º degrau junto à porta de entrada,  lê pausadamente e com intervalos longos: UM… DOIS… TRÊS… QUATRO… CINCO… SEIS… SETE………
- a personagem que entra da porta no lado oposto,  lateral à mesa central e assume o seu papel de… (meretriz?)
- a personagem que se desloca ao longo da plateia e diz as palavras certas de um dos micro-contos…
E pelo meio a plateia em profundo silêncio, encantados e rendidos à surpresa.
E, como se não fosse já bastante, um ser criador, de seu nome Camelo, desenhava as ideias que eram ditas…
As palavras soltaram-se da obra, do conto e passaram a ter sentido iconográfico… tinham, parece, uma simbologia inerente à virgula e ao travessão… mera pontuação do texto e que pelos vistos pode assumir aproximação e/ou afastamento… união ou desunião e outras coisas que tais….
Maravilhoso o momento criativo. O escritor ouvia as suas palavras, o que as palavras podem ser em desenho e devolveu apenas a vírgula ao artista. E disse, claramente dito: ”A vírgula é sua…”.
Estávamos quase no final do encontro, tempo para a professora Maria José referir a simbologia da pontuação em Eça de Queirós… e em outros escritores. Dita com a suavidade que lhe é peculiar, com a intensidade com que vivencia a poesia, os contos e a escrita em geral… e eís que nos foi possível ouvir do escritor Rui Sousa Basto que Sim, que foi mesmo surpreendido e presenteado com momentos de elevada envolvência (a elevada é expressão nossa). Bem haja ao escritor que retirou horas da sua labuta para nos vir falar da sua obra.
P.S: não é demais vincar o micro-conto que surge das “vergastadas nos limões”. Se ficou curioso leia os contos.
E seja feliz!







quinta-feira, 17 de março de 2016

Paper towns



Paper Towns
(John Green)

Today we will talk about a book named Paper Towns. First, we will do a introduction, and then, we will do a book summary.

Introduction:

-      John Michael Green was born on August 24, 1977 in Indianapolis. John Green is a recent popular name in the American young adult fiction. He is also an avid video blogger who has published numerous educational videos online. The Fault in Our Stars is considered to be his outstanding by far along with other notables.

-      Paper Towns was published on October 16, 2008 by Dutton Books. John Green gained inspiration for this book, through his experience and knowledge of "paper towns", during a road trip through South Dakota. It debuted at number five on the New York Times bestseller list for children's books. A film adaptation was released on August 24, 2015.



Plot Summary

-      Paper Towns is the story of a boy named Quentin Jacobsen and the adventure he is drawn into by his childhood friend and secret love Margo. As children, Quentin and Margo discovered a dead man's body; an event that binds them in ways they don’t realize. However, as they grow up, they grow apart.


-      Quentin's good friends, Radar and Ben Starling are nerds. In contrast, Margo is the most popular girl in school who has an incredible reputation. The plot takes off in Chapter 3 when Margo gets into Quentin's bedroom and asks him to help her execute an plan, which largely involves taking revenge on her ex-boyfriend. Throughout the night, Quentin gets very happy and his love for Margo is reenergized.


-      In the second part of the book, Margo completely disappears and Quentin wonders if he will see her again. However, Margo has left him a series of clues as to her whereabouts, and that’s what the second part is, piecing together Margo's clues. Quentin pursues Margo with the help of his friends, but all the while, high school comes to an end. Quentin follows a string of false leads, which makes him increasingly reflective and leads him to gradually accept that he has made Margo into a magical non-person, a "paper girl", and that he loves someone who may not exist. He eventually decides that the only way to find Margo is to understand who she is. Throughout the second part, Margo use the sentence “paper towns” in her clues, and Quentin figures out that a paper town is a false city on a map that cartographers once used to detect copycats. She had gone to a paper town called Algoe, in New York.


-      The third part begins with the night of graduation when Quentin grabs his friends to leave on an intense, twenty-one hour road trip from Orlando to upstate Agloe. Quentin, Radar, Ben, and Ben's new girlfriend Lacey, must catch Margo the day before she leaves Agloe forever. When they reach Agloe, they find Margo in an old barn, writing. After fighting furiously about Margo's apparent selfishness for leaving, Ben, Radar, and Lacey storm out. Quentin and Margo realized that they love each other. However, they both realize with regret that their love was based in falsehood, in being a "paper boy" and a "paper girl." Margo left in order to release everyone from the effects of her false, public personality. They admit their romantic affections for one another but realize that her relation will never work out, so they give up.

Note:
We have a small point to make about the concept "Paper Towns":

The concept of "paper towns" is mentioned several times. John Green has seen and heard of many "paper towns". However, his first experience with a "paper town" happened during his junior year of college, while on a road trip.




Conclusion:

If our presentation you raised your curiosity, we advise you to read this book and we promise that you will not regret!




Work done by:
 -Daniela Silva nº12
 -Ana Paula nº5
11ºA